Professor, Majeski volta a cobrar maior valorização do profissional



Professor com mais de 30 anos de experiência em sala de aula, mestre em Educação pela Universidade Federal do Espírito Santo, presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Cumprimento dos Planos Nacional (PNE - 2014/2024) e Estadual de Educação (PEE - 2015/2025), integrante da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa e reconhecido defensor da educação pública de qualidade, o deputado estadual Sergio Majeski (PSB) aproveitou a sessão desta quarta-feira (14) para fazer uma reflexão sobre o Dia do Professor, que é comemorado nesta quinta-feira (15) de outubro, e as adversidades vivenciadas pelos profissionais no dia a dia.


Em pronunciamento, Majeski parabenizou os profissionais da educação, mas criticou a desvalorização desses trabalhadores e a piora na situação dos educadores no Espírito Santo, bem como o retorno às aulas presenciais no Estado e o Regime de Designação Temporária (DT), que, segundo ele, prejudica o profissional porque não dá nenhuma garantia trabalhista ou estabilidade.


“Temos pouco ou nada a comemorar. Além da desvalorização salarial do professor, faltam condições de trabalho. Ontem, eles foram obrigados a voltar às salas de aula temerosos. Só isso já bastaria para dizer que não há nada a ser comemorado”, afirmou Majeski.



O parlamentar apontou que, atualmente, no Espírito Santo, cerca de 60% dos profissionais de educação contratados pelo Estado são em regime de DT. Além disso, segundo o deputado, os salários muito baixos para os trabalhadores da rede estadual, sendo que a média salarial é de cerca de R$ 1.800,00 para 25 horas semanais.


Ele afirmou que, ainda em 2019, havia municípios onde o piso salarial para professores e pedagogos era de R$ 906,00, menos do que um salário mínimo, e que os educadores com melhores rendimentos no Espírito Santo eram os de Itapemirim, no sul capixaba, que recebiam R$ 2.360,00.

Plano Nacional de Educação


Majeski criticou, também, o não cumprimento das metas propostas para os profissionais no Plano Nacional de Educação, segundo o qual estados e municípios devem trabalhar para que o salário da categoria seja gradativamente igualado aos demais profissionais com escolaridade equivalente.


“Não adianta dizer que são maravilhosos e essenciais para a sociedade e nada fazer pelos professores. Hoje, o tíquete-alimentação de um juiz ou conselheiro do Tribunal de Contas, por exemplo, gira em torno de R$ 2.240,00 e o salário médio de um educador é R$ 1.800,00. Sem contar os precatórios que eles esperam receber, que há anos estão parados no Tribunal de Justiça do Estado e eles ainda não receberam. Muitos morreram sem receber”, afirmou.




Com informações de Silvia Magna/Ales

Foto: Tati Beling/Ales

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