Majeski participa de audiência para combater a violência contra as mulheres negras


A Comissão da Cidadania e dos Direitos Humanos realizou uma audiência pública na Assembleia Legislativa para debater a luta das mulheres negras contra o preconceito, sexismo, intolerância religiosa e violência doméstica.

Esta foi um chamado para a “Preparação da Marcha das Mulheres Negras 2015 com o tema: Mulheres Negras contra o Racismo, a Violência e o Bem Estar”, o encontro reuniu militantes e representantes de entidades, do Poder Executivo e Ministério Público.

A marcha acontece no dia 18 de novembro, em Brasília, e no Estado do Espírito Santo está sendo organizada pelo Núcleo Impulsor do Movimento Social da Marcha.

Entre os pontos que serão defendidos, estão: investigação de todos os casos de violência doméstica e assassinatos de mulheres negras; fim dos critérios e prática racistas e sexistas no ambiente de trabalho; garantia de atendimento e acesso à saúde de qualidade às mulheres negras; e a participação efetiva na vida pública.

A realização da audiência dirigida pelo deputado estadual Nunes (PT) teve como objetivo principal chamar a atenção da população, sobre a necessidade de discutir e debater ações para garantir o direito e a qualidade de vida das mulheres.

O Espírito Santo tem apresentado índices alarmantes com mais de 70% das mulheres violentadas negras. No Brasil, mais de 49 milhões de mulheres negras vivenciam a parte perversa do racismo e sexismo por serem negras e mulheres.

O deputado Sergio Majeski participou do momento, e ressaltou que “o excesso de normatizações sem uma aplicação efetiva é um problema da realidade brasileira. Nós temos visto nas últimas décadas sendo criados no Brasil estatutos, leis, decretos que falam de inclusão, de respeito às minorias, de uma infinidade de coisas, mas que parte disso está ficando muito no papel. Se criam montanhas de leis e não se dá condições para que essas leis sejam cumpridas. É fundamental que a sociedade abrace todas as causas para o fim do preconceito e uma inclusão verdadeira, com o fim do desrespeito e da violência”, frisou.

Quem concordou foi o subsecretário de Estado de Direitos Humanos Julio Cesar Pompeu, que acrescentou que produzir leis é fácil, mas conseguir o respeito pelo sexo, orientação sexual, cor, crenças religiosas é o mais difícil.

O Espírito Santo figura entre os estados que mais mata mulheres negras e, infelizmente, no Mapa da Violência também somos o segundo estado que mais mata jovens negros.

Ao final da audiência, foi lida e assinada uma carta manifesto estadual da Marcha das Mulheres Negras para ser encaminhada à organização nacional.

Assessoria de Comunicação Flavio Santos Izabel Mendonça Leo Júnior

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Leo Júnior


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